terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Reclamar não adianta. Vamos elogiar então!

O trânsito de Belém é maravilhoso!

Aqui as pessoas não dirigem, elas pilotam! Voam! Na verdade, voam mesmo, por cima de cercas de proteção, muros de concreto, postes elétricos, de pessoas, de outros carros, o pessoal aqui é cruel!

Belém é um celeiro de grandes talentos da alta velocidade pilotos garbosos, de ego enxuto daqueles que disputam corridas de “crash car”, aliás, por acaso você já notou a elegância com que eles ultrapassam pela direita? E os que passam pelo acostamento? Tudo bem, eles quase sempre passam arrancando o retrovisor do seu carro, mas relaxe, eles fazem isso só para deixar você alerta, é pelo lado social! E quando os potentes motoristas de ônibus se lançam contra carros de passeio, motociclistas, bicicleteiros, pedestres e tudo aquilo que é menor e mais frágil do que eles? E o fazem com tanta leveza que chega a parecer um plier de ballet.

Outro dia andando pela Brás de Aguiar quase fui morto, mas a culpa foi minha, também quem mandou eu atravessar na faixa de pedestres? Todo mundo sabe que ali é, na prática, a linha de chegada e largada dos nossos corredores, isso faz parte do regulamento – a sim, existe um regulamento de sobrevivência. Portanto, não atravesse na faixa, não tente atravessar mesmo, nem atravesse mais a rua! Contudo, caso você realmente precise ir para o outro lado da rua não se precipite. Se você é daqueles que vive em outro mundo onde os carros param no sinal vermelho e a faixa realmente serve para o pedestre atravessar, procure ficar calmo! Você, do outro mundo, é mesmo corajoso, por isso seja esperto também, ou seja, nunca reclame, em hipótese alguma, nem se um deles acertar você, se isso acontecer arraste-se sem ponderar e de preferência cumprimente-o pedindo desculpas ao mesmo tempo pelo contratempo, caso contrário prepare-se, eu não gostaria de ver a ira de um piloto de crash car!
Ao contrário do que alguns acéfalos do sul-sudeste imaginam aqui os animais ficam nos zoológicos, mas devo ser verdadeiro e admitir que talvez fosse melhor que jacarés e cobras dominassem as ruas ao invés de motoqueiros, motoristas de ônibus e perueiros. Você também acha certo?!

Apesar de aparentemente inofensivos os motoqueiros são os mais cheios de “graça” nas pistas da metrópole, na verdade não gostaria de apelidar ninguém, mas como eles não têm pena lá eu também não darei tal amparo aqui. Os motoqueiros desta cidade parecem ratos, saem de buracos escuros com aquela pressa infernal, fazendo um inferno com aquelas buzinas de velocípe de criança. Na minha opinião deveria ser lei que para dirigir essas coisas de duas rodas o condutor teria de ter no mínimo ensino médio completo porque, pelas artes que eles fazem não acredito que a média geral entre eles tenha tido a pré-escola, outro dia um desses roedores de classe média – e esses são os mais nojentos, segurou a embreagem e acelerou forte, ou seja, o prêmio Nobel de inteligência só fez isso para moto fazer barulho, o famoso “ronco”, só que ele o fez quando o sinal estava fechado e do lado de um carro com uma senhora e uma criança dentro, digo isto porque estava num bar ao lado e percebi, aliás, o bar inteiro percebeu quando a criança começou a berrar chorando de medo e susto enquanto que o nosso amigo Muridae (Reino: Animalia, Filo: Chordata, Classe: Mammalia, Ordem:Rodentia, Superfamília: Muroidea, Família: Muridae ), sem capacete, ria disfarçadamente como um ratinho faz depois que consegue uma migalha de queijo. É, sei que é deprimente e triste.

Perueiros. Olha o nome que os caros escolheram pra trabalhar! E eu disse escolheram e não criaram É o seguinte, vou ser franco, acho que motoristas, motoqueiros e motoristas de ônibus têm salvação, a longo prazo mas tem; os perueiros já podem ir se abraçando com o capeta porque nem o-cara-lá-de-cima salva mais. Eles nasceram errados, se acostumaram errados, vivem errados e, a grande maioria, vai morrer errada. Que merda!

Arquimedes

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Belém do Pará passa a ter 23 radares.

Belém terá em sua malha viária 23 radares, contando com os já existentes. O detalhe é que os novos radares registrarão três tipos de infrações de trânsito: 'queima' de faixa de pedestres, avanço de sinal e excesso de velocidade.

Porém, nesse primeiro momento, apenas quatro dos 14 pontos registrarão o excesso de velocidade: avenida Almirante Barroso com avenida Tavares Bastos (centro-bairro); avenida Júlio César com Marex (aeroporto-centro) e avenida Duque de Caxias com a travessa Mauriti, nos dois sentidos (centro-bairro e bairro-centro). Segundo Bombonato os radares são alugados e o valor do aluguel (manutenção e funcionamento total) fica em torno de R$ 7 mil por mês para cada um, o que dá um total de R$ 98 mil.

Os condutores deverão ficar alerta e cumprir rigorosamente o limite de velocidade das vias, pois os radares que registram os excessos de velocidade funcionarão 24 horas, como já vem ocorrendo, nos pontos já existentes na cidade. Porém, as medições de 'queima' de faixa de pedestres e de avanço de sinal serão desligadas, das 23 horas às 6 horas. 'Mas é preciso que o condutor tome cuidado, pois se ele avançar o sinal, durante a madrugada, em alta velocidade (acima do limite permitido) será multado', ressaltou o coordenador.

Bombonato destaca que a Ctbel já está providenciando as sinalizações indicativas dos radares que registram o excesso de velocidade. Além disso, serão feitas campanhas de orientação aos condutores sobre os novos pontos de instalação. Entretanto, aqueles que só medem avanços de sinal e 'queima' de faixa não terão sinalização, avisando de sua existência. 'O condutor sabe que ao avançar um sinal, ele está infringindo uma lei de trânsito e potencializando a ocorrência de acidentes', destacou o coordenador, acrescentando que, segundo levantamentos do órgão, o avanço de sinal é a principal causa de acidentes de trânsito em Belém.

O coordenador explica que não haverá nenhum período de 'experiência', pois o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) proíbe que seja encaminhado para a residência dos condutores multas com efeito educativo por um determinado período. Além disso, segundo ele, todos os condutores habilitados possuem conhecimento de que não podem avançar sinais, 'queimar' a faixa e exceder o limite de velocidade permitido.



PONTOS DOS NOVOS RADARES

1 - Avenida José Malcher com travessa Castelo Branco

2 - Avenida Almirante Barroso com avenida Tavares Bastos (bairro-centro)

3 - Avenida Gentil Bittencourt com travessa Generalíssimo Deodoro

4 - Avenida Conselheiro Furtado com travessa Alcindo Cacela

5 - Travessa Roberto Camelier com rua dos Mundurucus

6 - Avenida Almirante Barroso com avenida Tavares Bastos (centro-bairro)

7 - Travessa Antonio Barreto com travessa 14 de Abril

8 - Avenida Júlio César com Marex (aeroporto-centro)

9 - Avenida Visconde de Souza FRanco com avenida Pedro Álvares Cabral

10 - Avenida Nazaré com rua Doutor Moraes

11 - Avenida Serzedelo Corrêa com rua dos Mundurucus

12 - Avenida Pedro Miranda com travessa Humaitá (centro-bairro)

13 - Avenida Duque de Caxias com travessa Mauriti (bairro-centro)

14 - Avenida Duque de Caxias com travessa Mauriti (centro-bairro)

LOCAIS ONDE JÁ HAVIA RADARES

15 - Rodovia Augusto Montenegro, próximo a entrada do Bengui (Entroncamento-Icoaraci)

16 - Rodovia Augusto Montenegro, próximo ao residencial Sevilha (Entroncamento-Icoaraci)

17 - Rodovia Augusto Montenegro, próximo ao conjunto Bela Vista (Entroncamento-Icoaraci)

18 - Rodovia Augusto Montenegro, próximo ao residencial Sevilha (Icoaraci-Entroncamento)

19 - Rodovia Augusto Montenegro, próximo ao residencial Morada do Sol (Icoaraci-Entroncamento)

20 - Avenida Pedro Álvares Cabral, próximo a avenida Tavares Bastos (Entroncamento-Centro)

21 - Avenida Pedro Álvares Cabral, próximo a Comara (Centro-Entroncamento)

22 - Avenida Independência, a cerca de 600 metros da rodovia Augusto Montenegro (Augusto Montenegro-Mário Covas)

23 - Avenida Independência, próximo a delegacia da Cabanagem (Mário Covas-Augusto Montenegro


Fonte: E-mail Brenno Matos

Novas “araras” visam prevenir acidentes

Contando com os já existentes, Belém terá 23 radares em sua malha viária

Dentro de duas semanas Belém terá 14 novos radares em funcionamento na cidade. A informação foi dada ontem pelo coordenador de Sinalização Semafórica, Fabrício Bombonato, ao estimar o prazo de conclusão das instalações das novas 'araras'. De acordo com ele, ao todo, Belém terá em sua malha viária 23 radares, contando com os já existentes. O detalhe é que os novos registrarão três tipos de infrações de trânsito: 'queima' de faixa de pedestres, avanço de sinal e excesso de velocidade.

Segundo Fabrício Bombonato, os novos radares foram colocados com o objetivo de coibir acidentes, por isso, a Ctbel selecionou os locais com o maior número de ocorrência. Porém, nesse primeiro momento, apenas quatro dos 14 pontos registrarão o excesso de velocidade: avenida Almirante Barroso com avenida Tavares Bastos (centro-bairro); avenida Júlio César com Marex (Aeroporto-Centro) e avenida Duque de Caxias com a travessa Mauriti, nos dois sentidos (centro-bairro e bairro-centro). Segundo Bombonato os radares são alugados e o valor do aluguel (manutenção e funcionamento total) fica em torno de R$ 7 mil por mês para cada um, o que dá um total de R$ 98 mil.

Os condutores deverão ficar alertas e cumprir rigorosamente o limite de velocidade das vias, pois os radares que registram os excessos de velocidade funcionarão 24 horas, como vem ocorrendo nos pontos já existentes na cidade. Porém, as medições de 'queima' de faixa de pedestres e de avanço de sinal serão desligadas, das 23 horas às 6 horas. 'Mas é preciso que o condutor tome cuidado, pois se ele avançar o sinal, durante a madrugada, em alta velocidade (acima do limite permitido) será multado', ressaltou o coordenador.

Bombonato destaca que a Ctbel já está providenciando as sinalizações indicativas dos radares que registram o excesso de velocidade. Além disso, serão feitas campanhas de orientação aos condutores sobre os novos pontos dos radares. Entretanto, aqueles que só medem avanços de sinal e 'queima' de faixa não terão sinalização avisando de sua existência. 'O condutor sabe que ao avançar um sinal, ele está infringindo uma lei de trânsito e potencializando a ocorrência de acidentes', destacou o coordenador, acrescentando que, segundo levantamentos do órgão, o avanço de sinal é a principal causa de acidentes de trânsito em Belém.

O coordenador explica que não haverá nenhum período de 'experiência', pois o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) proibe que seja encaminhado para a residência dos condutores multas com efeito educativo por um determinado período. Além disso, segundo ele, todos os condutores habilitados possuem conhecimento de que não podem avançar sinais, 'queimar' a faixa e exceder o limite de velocidade permitido.

MUDANÇAS

A Ctbel também fez duas mudanças em radares que já estavam em funcionamento na cidade. Um deles foi na avenida Pedro Álvares Cabral, onde a companhia retirou o radar das proximidades da rua Rodolfo Chermont e o colocou próximo à avenida Tavares Bastos, no sentido Entroncamento-Júlio César. A outra mudança foi feita na rodovia Augusto Montenegro. A 'arara', que antes ficava às proximidades da panificadora Augusto Montenegro foi transferida para próximo de uma escola estadual, na entrada do Benguí, no sentido Entroncamento-Icoaraci

A Ctbel também está instalando novos semáforos na cidade. Os quatro primeiros pontos foram: rua Nove de Janeiro esquina com a rua Boaventura da Silva; rua Curuçá com a rua Coronel Luís Bentes; rua Curuçá com a rua Djalma Dutra e avenida Senador Lemos com a travessa São Benedito.

Mas, o órgão ainda instalará semáforos, nas próximas semanas, no cruzamento da avenida João Paulo II com a rua Antonio Baena (em todos os sentidos dela); na avenida Ceará com a rua Teófilo Conduru; rodovia do Tapanã com a rua Haroldo Veloso e rodovia Artur Bernardes, em frente ao colégio Almirante Guillobel (semáforo com 'botoeira', ou seja, o pedestre apertará o botão para fechar o sinal). 'Todas essas implementações semafóricas têm o objetivo de melhorar o trânsito, reduzir acidentes e educar mais o condutor', explicou Bombonato.

Motoristas acreditam que a colocação dos radares vai evitar infrações

Edilson Souza da Silva, de 52 anos, trabalha há 20 anos como taxista e considera a implementação dos novos radares algo 'muito bom'. 'Acho que é muito bom porque vai evitar que as pessoas cometam infrações, pois o que percebo é que muitas não respeitam os limites de velocidade', disse o taxista. 'Só que acho que é preciso primeiro conscientizar os condutores e orientá-los sobre os novos radares, além da sinalização, é claro', complementou.

Nilson Barbosa de Souza, de 68 anos, é taxista há 30 e também aprova a colocação dos novos radares. 'Acho muito bom porque vai coibir acidentes', disse. Mas, o taxista alerta para a ocorrência de alguns problemas na leitura das 'araras'. 'Se ocorrer acidentes nos cruzamentos e eles ocasionarem engarrafamentos poderemos ter que ficar em cima da faixa ou da linha de retenção e sermos multados sem termos culpa nenhuma', destacou o taxista.

O receio do taxista se deve ao fato de que as novas 'araras' registrarão como infração quando os condutores avançarem a linha de retenção, que fica antes da faixa. Nesse caso, será considerado 'queima' da faixa de pedestres. Porém, caso o veículo fique em cima da faixa de pedestres, o radar considerará que houve avanço de sinal, já que o censor acusará que o veículo esteve ali no momento do sinal vermelho. 'É preciso que os pedestres fiquem atentos e respeitem as normas de trânsito para evitar multas e também acidentes', concluiu Bombonato.

Fonte: O Liberal

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Comodismo atrapalha o trânsito de Belém!

Os motoristas de táxis e carros particulares, em Belém, são preguiçosos, comodistas e sem imaginação. Todos eles querem trafegar sempre pelas mesmas avenidas: Almirante Barroso, Governador José Malcher, Nazaré e Visconde de Souza Franco, para citar algumas.

Poxa, às vezes o cara vem pela Almirante Barroso (na pista de entrada em Belém) e precisa chegar ao Umarizal. Ao invés de dobrar na Antônio Baena para, em seguida, entrar na Antônio Barreto e finalmente chegar ao Umarizal, não, o cara vai até o final da Almirante Barroso e entra na José Malcher, atravancando o trânsito num ponto que já é crítico por natureza. E isto é apenas UM exemplo!!!

Por que os motoristas de Belém são assim?

Tom Chaplin

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Motoristas e pedestres agem com descaso.

Data: 30/1/2007

Apesar da diminuição de cerca de 13% no número de mortes no país em acidentes envolvendo veículos após a implementação do Código de Trânsito Brasileiro, muitos, sejam motoristas ou pedestres, desconhecem ou ignoram seus deveres, vigentes há nove anos, desde a adoção da lei.

Bastam cinco minutos de observação no Centro de Florianópolis para flagrar o descaso com as normas. O zelador Adilson Gonçalves, por exemplo, preferiu esperar que os carros passassem a ter que fazer a travessia de uma das vias mais movimentadas da Capital pela passarela, cuja entrada se localiza ao lado da calçada em que ele aguardou para atravessar.

- Vi na televisão que isso é uma infração, mas a pressa de chegar ao trabalho é tanta que a gente fica imprudente - tenta justificar.

A pressa é também a desculpa da vendedora Eliete Machado que, para ganhar segundos, arriscou a vida atravessando a rua com o sinal verde para os veículos.

- Estava na faixa de pedestres para esperar o sinal vermelho, só que quando você olha e não vem carro, acaba atravessando - conta.

Em frente ao Terminal Integrado do Centro (Ticen), é comum que os carros parem nas vias para embarque e desembarque, mesmo com a sinaleira aberta. Às vezes, os motoristas sequer ligam o pisca-alerta para advertir quem vem atrás. Alguns admitem o erro e garantem que não costumam cometer tal infração, alegando que o flagrante foi uma exceção. Outros, dizem desconhecer a regra.

- Só sabia que não pode estacionar, mas parar achava que era tranqüilo, porque é bem rapidinho - afirma uma mulher que não quis se identificar.

Até o uso do cinto de segurança por condutores de veículos - uma das regras mais conhecidas e difundidas do Código - pode ser esquecido. No mesmo local, um motorista de ônibus dirigia sem o cinto. Quando perguntado sobre as regras e os motivos da não utilização do equipamento, respondeu que conhece as regras, mas ficou em silêncio quanto à sua desobediência.

Cinto no banco traseiro ainda é uma raridade

No carro da estudante Maura Siqueira, ela e o marido vão de cinto nos bancos da frente. Atrás, onde sentam os filhos de 14 e de sete anos, o equipamento não é utilizado. De acordo com Maura, eles ainda não adquiriram o hábito de chamar a atenção das crianças com relação ao uso do cinto também nas ruas da cidade.

- Temos mania de pensar que não vai acontecer nada fora das rodovias. Acredito na fiscalização e na punição como uma forma eficiente de criar este hábito nas pessoas - confessa Maura.

Já no carro da professora Simone Simião e do marido Sérgio Cunha, o comportamento com os filhos é exemplar. Como são pequenos, usam as cadeirinhas recomendadas para que possam utilizar os cintos. Eles não pretendem passar para os filhos a mesma educação de trânsito que tiveram.

- A gente viajava em pé no carro, entre os bancos do pai e da mãe, ou no colo. Agora, nem pensar em sair de casa com os filhos assim à vontade - lembram.

Nas praias, tudo parece válido na época de férias. Carros lotados passam pela polícia, que não interrompe o tráfego nem para avisar ao motorista que ele está cometendo uma infração, já que cada carro convencional pode transportar até cinco pessoas.

Isso sem contar com os motoristas que dirigem com uma das mãos ocupadas por latinhas de cerveja ou pelo telefone celular. Nesse caso, fazem malabarismos para esconder a bebida e o aparelho.

Na carteira e no bolso

Atravessar por baixo de passarela ou com o sinal verde para os carros

Infração leve

Multa R$ 53,21

Pontos 3

O problema é que o Código prevê estas situações, mas como não foram regulamentadas, não são colocadas em prática. Ou seja, ainda não há como multar um pedestre.

Parar em local proibido

Infração média

Multa R$ 85,13

Pontos 4

Motorista sem cinto de segurança

Infração grave

Multa R$ 127,69

Pontos 5

Passageiros sem cinto de segurança

infração grave

multa R$ 127,69

pontos 5

Conduzir o carro com mais de cinco pessoas

Neste caso, são duas infrações, uma pela falta de cinto o suficiente, outra pelo excesso de passageiros.

Infração grave

Multa R$ 127,69 (x2)

Pontos 5 (x2)

Dirigir com apenas uma das mãos

Infração grave

Multa R$ 127,69

Pontos 5


Fonte: Diário Catarinense

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Cadê a Operação pisca-alerta?

Quem nunca saiu de casa e se deparou com um carro estacionado em ambas as pistas com o pisca-alerta ligado e com um cidadão(ou não) dentro do mesmo achando que é o dono da rua? Ter que trocar de pista só porque o dito cujo acha que as tarefas dele são mais importantes do que o resto da população. Isso é um absurdo.
Realmente Belém está cada vez pior e ninguém faz nada para ajudar.

Cadê a Ctbel? Cadê a fiscalização?

Porque não existe uma viatura da Ctbel andando por Belém e multando? Durante a semana a partir das 19:00 hr e aos domingos Belém vira uma cidade sem lei. Não que antes desse horário as pessoas respeitem. Andando a qualquer hora do dia você verá, carros estacionados em cima das calçadas, pisca–alertas iluminando todas as nossas ruas, carro avançando o sinal vermelho e em cima da faixa de pedestres. Ninguém respeita ninguém. É triste!

Vamos Ctbel crie uma "Operação pisca-alerta"! Estamos cansados de andar em zig-zag pelas ruas da nossa Belém.

Operação Guincho retira carros estacionados em local proibido

Data: 10/08/2007

Amparada em suas ações pelo Código de Trânsito Brasileiro, a Ctbel (Companhia de Transportes do Município de Belém) está retirando das ruas e guinchando para o pátio de retenção do órgão os carros que se encontram sobre as calçadas e estacionados em local proibido.

Essa infração de trânsito é prevista no artigo 181 do CTB, que prevê multa e remoção do veículo, sendo que o motorista infrator pode perder de três a cinco pontos na carteira de habilitação. Dependendo do tipo de infração cometida (leve, média ou grave), o motorista sofre multa que oscila entre R$ 65,00 e R$ 127,00.

A Operação Guincho, como foi denominada a remoção dos veículos, foi precedida de ampla campanha educativa de trânsito com o nome Operação Olhão, realizada em maio do ano passado. A Operação Olhão consistia em advertir os motoristas sobre a infração cometida por eles, que restringe o direito de ir e vir dos pedestres e, principalmente, dos portadores de necessidades especiais.

O trabalho dos educadores e dos agentes de trânsito da CTBel na Operação Olhão foi preventivo, com a distribuição de material para alertar sobre as irregularidades praticadas pelos motoristas e a autuação simbólica de 180 veículos/dia, em média, pelo uso irregular das calçadas e pelo estacionamento em local proibido.

Após esse trabalho educativo, a CTBel passou para a ação coercitiva, uma vez que a campanha educativa não surtiu o efeito desejado, pois a grande maioria dos condutores insistia - e ainda insiste -, em desobedecer as leis de trânsito. E no dia 26 de março deste ano começou a Operação Guincho, com a fiscalização atuando 24 horas por dia com três carros-guincho.

Até agora, foram apreendidos 1.700 veículos. Destes, 1.685 foram liberados. Para ter o carro liberado do parque de retenção da CTBel, o motorista infrator tem que seguir alguns procedimentos. Primeiro, ele deve efetuar o pagamento da taxa do serviço de guincho (R$50,00 a R$120,00, dependendo do tipo de veículo) e a diária no parque de retenção. O motorista só terá o veículo liberado se pagar (no caso, se houver) as multas pendentes na CTBel, Detran-PA e Polícia Rodoviária Federal, assim como o licenciamento anual, caso esteja em atraso.

Guincho - A prestação de serviços de remoção de guincho terceirizada é legal, diz a Procuradoria Jurídica da CTBel. Segundo a área jurídica, a remoção de veículos pelo guincho é realizada por meio de um Termo de Contrato, resultado de processo licitatório na modalidade de Credenciamento feito pela Prefeitura Municipal de Belém. O referido contrato tem por objeto o credenciamento de empresas especializadas na prestação de serviços em remoção de veículos, para atendimento da CTBel.

O contrato diz, ainda, que as despesas ocorrerão à conta da dotação orçamentária do contratante, com a remuneração/pagamento feito pelos proprietários de veículos removidos diretamente à empresa credenciada, caso os mesmos sejam autorizados a retirar os veículos do pátio de retenção da CTBel. Assim, cabe à CTBel apenas a taxa de gerenciamento, uma vez que o serviço é gerenciado pela autarquia, a qual é responsável pela coordenação e supervisão de sua execução. Portanto, não há ilegalidade alguma na prestação do serviço de guinchamento de carros por empresas credenciadas junto à CTBel.



Com informações da Ctbel

Fonte: ORM

Você sabia que deixar o carro com o pisca-alerta ligado e ir ao salão, padaria, loja da Braz, cartório, etc. É proibido?

CÓDIGO DA INFRAÇÃO: 729 - 3

DESCRIÇÃO DA INFRAÇÃO: Utilizar as luzes do veículo, pisca-alerta, exceto em imobilizações ou situações de emergência.

AMPARO LEGAL* CTB *: 251 * I

INFRATOR: Condutor

GRAVIDADE: 4 - Média

VALOR EM UFIR: 80


Fonte: blindagemfiscal.com.br